Novas formas, antigas estruturas

A importância dos marcadores de classe na era das mídias sociais

Autores

DOI:

https://doi.org/10.30962/e-comps.3319

Palavras-chave:

Classe social, Mídias sociais, Identidades, Reconhecimento

Resumo

Este artigo realiza uma discussão epistemológica sobre a categoria de classe na análise dos fenômenos comunicacionais, com destaque para as mídias sociais. Argumentamos que, apesar de sua menor presença nas pesquisas contemporâneas, classe social continua sendo uma categoria fundamental para a compreensão de desigualdades estruturais, especialmente quando articulada à noção de reconhecimento. O texto analisa como práticas de visibilidade, consumo e performatização de estilos de vida em mídias sociais expressam e reproduzem hierarquias de classe. Por fim, o artigo aponta caminhos para a análise de novas formas de estruturação de desigualdades simbólicas e materiais na sociedade midiatizada.

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Biografia do Autor

Bruno Campanella, Universidade Federal Fluminense, Niterói, Rio de Janeiro, Brasil

Doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGCOM-UFRJ). Professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense (PPGCOM-UFF).

Veneza Mayora Ronsini, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil

Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade de São Paulo (PPGS-USP). Professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGCOM-UFRGS).

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Publicado

09-07-2026

Como Citar

Campanella, B., & Ronsini, V. M. (2026). Novas formas, antigas estruturas: A importância dos marcadores de classe na era das mídias sociais. E-Compós. https://doi.org/10.30962/e-comps.3319

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