Escrita automatizada e prática jornalística
estruturas da notícia e limites da inteligência artificial generativa
DOI:
https://doi.org/10.30962/e-comps.3401Palavras-chave:
Inteligência Artificial Generativa, Jornalismo automatizado, ChatGPT, GeminiResumo
Este artigo investiga os limites e as possibilidades da inteligência artificial generativa na produção de textos jornalísticos. O objetivo é compreender em que medida ChatGPT e Gemini reproduzem convenções da escrita noticiosa e atendem a exigências da prática profissional. Metodologicamente, comparam-se quatro textos gerados a partir do mesmo prompt, em contas anônimas e conectadas. Os resultados mostram elevada aderência à macroestrutura da notícia, mas também diferenças lexicais, reescrituras e acréscimos informacionais não fornecidos no comando. Conclui-se que a reprodução formal da notícia não equivale à realização de procedimentos jornalísticos de apuração, verificação e responsabilidade editorial.
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