Telas digitais como terceiro lugar
experiência simbólica e circulação imagética da Igreja do Bonfim
DOI:
https://doi.org/10.30962/e-comps.3411Palavras-chave:
Telas digitais, Terceiro lugar, Hierofania digital, Rito de inscrição, Igreja do BonfimResumo
Este artigo investiga como as telas digitais operam como terceiros lugares simbólicos, ressignificando espaços sagrados e turísticos a partir das imagens da Igreja do Bonfim em Salvador (BA). Teoricamente, articula noções de sagrado, espaço existencial e meio tecnogeográfico, culminando no conceito de terceiro lugar. A metodologia possui abordagem qualitativo-hermenêutica e interpretativa, tomando como objeto imagens digitais da Igreja do Bonfim. Argumenta-se que a selfie opera como rito de inscrição da hierofania digital, enquanto a fita do Bonfim atua como ícone desterritorializado. Conclui-se que as telas hibridizam sagrado, estética e identidade, produzindo novas formas de pertencimento.
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