Telas digitais como terceiro lugar

experiência simbólica e circulação imagética da Igreja do Bonfim

Autores

DOI:

https://doi.org/10.30962/e-comps.3411

Palavras-chave:

Telas digitais, Terceiro lugar, Hierofania digital, Rito de inscrição, Igreja do Bonfim

Resumo

Este artigo investiga como as telas digitais operam como terceiros lugares simbólicos, ressignificando espaços sagrados e turísticos a partir das imagens da Igreja do Bonfim em Salvador (BA). Teoricamente, articula noções de sagrado, espaço existencial e meio tecnogeográfico, culminando no conceito de terceiro lugar. A metodologia possui abordagem qualitativo-hermenêutica e interpretativa, tomando como objeto imagens digitais da Igreja do Bonfim. Argumenta-se que a selfie opera como rito de inscrição da hierofania digital, enquanto a fita do Bonfim atua como ícone desterritorializado. Conclui-se que as telas hibridizam sagrado, estética e identidade, produzindo novas formas de pertencimento.

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Biografia do Autor

Marcus Alves de Santana, Universidade do Estado da Bahia, Salvador, Bahia, Brasil

Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Gestão e Tecnologias Aplicadas à Educação da Universidade do Estado da Bahia (GESTEC/UNEB). Professor da Educação Básica no Colégio da Polícia Militar da Bahia – Lobato. Integrante do Grupo de Pesquisa Geotecnologias, Educação e Contemporaneidade (GEOTEC/CNPq).

José Antonio Carneiro Leão, Universidade do Estado da Bahia, Salvador, Bahia, Brasil

Doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Educação (PGEDU-UFBA), com pós-doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal da Bahia (PPGAV-UFBA). Professor e pesquisador efetivo pleno da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), no Departamento de Ciências Humanas (DCH I) e no Programa de Mestrado Profissional em Gestão e Tecnologias Aplicadas à Educação (GESTEC/UNEB). Integrante do Grupo de Pesquisa Geotecnologias, Educação e Contemporaneidade (GEOTEC/CNPq).

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Publicado

07-08-2026

Como Citar

Alves de Santana, M., & Antonio Carneiro Leão, J. (2026). Telas digitais como terceiro lugar: experiência simbólica e circulação imagética da Igreja do Bonfim. E-Compós, 29. https://doi.org/10.30962/e-comps.3411

Edição

Seção

Artigos Originais